Mais uma vez desce as escadas para falar de ausências, tem medo e em dias curtos decide envelhecer no interior da casa. Ao sono conhece-o como fuga ao silêncio, um dia escreveu (era domingo) sobre os vestígios da respiração nos pequenos nadas
Anos depois refugia-se no outono como quem vê a vida toda nas folhas
2 pessoas acham o seguinte:
tou com tanto medo das ausências Louis (Zanza, 2009)
fiquei sozinha em casa hoje =/
queria ficar quietinha aportada como um barco no outono.
te espero na escada-rio.
=)
ps: brigada por me emprestar teus pais :D
adoro textos no estilo dos seus (que eu não sei definir muito bem o nome) me agrada demais ler essas palavras soltinhas que se encaixam, tornando uma coisa cotidiana algo memoravel.
Obrigada por sua visita lá no meu blog, volte sempre que quiser :*
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